terça-feira, 18 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Régis Danese Entra Na Minha Casa lyrics

Como Zaqueu,Eu quero subir
O Mais alto que eu puder
Só pra te ver
Olhar para TI
E chamar sua atenção para mim
Eu preciso de ti Senhor
Eu preciso de ti, Oh Pai!
Sou pequeno de mais,
Me dá a sua Paz,
Largo TUDO pra te seguir...
Refrão:
Entra na minha casa,
Entra na minha vida,
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero Amar somente a TI
Porque o Senhor é meu Bem Maior ...
Faz o milagre em mim!
Como Zaqueu,Eu quero subir
O Mais alto que eu puder
Só pra te ver
Olhar para TI
E chamar sua atenção para mim
Eu preciso de ti Senhor
Eu preciso de ti, Oh Pai!
Sou pequeno de mais,
Me dá a sua Paz,
Largo TUDO pra te seguir...
Refrão:
Entra na minha casa,
Entra na minha vida,
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero Amar somente a TI
Porque o Senhor é meu Bem Maior ...
Faz o milagre em mim!
Entra na minha casa,
Entra na minha vida,
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero Amar somente a TI
Porque o Senhor é meu Bem Maior ...
Faz o milagre em mim!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
O seu cavalo pode voar!

O seu cavalo pode voar!
Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte. O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, permiti-lo ensinar o cavalo real a voar. Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença seria cumprida.
Por que adiar o inevitável? Perguntou-lhe um amigo. Não é inevitável, ele respondeu: as chances são quatro a um a meu favor. Dentro de um ano: o rei pode perder o trono; eu posso fugir; o cavalo pode fugir e eu posso ensinar o cavalo a voar.
Freqüentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor. Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. O primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus todas as coisas são possíveis!
Há alguns séculos costumava-se dizer que, o homem jamais poderia voar. "Se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado asas." Porém, hoje, em poucas horas o homem atravessa um oceano e vai para outro continente! Assim como o súdito de nossa estória, aprendamos a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, o que parecia impossível poderá se tornar realidade.
Não esmoreça nunca! Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!
sábado, 4 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Sentir...
“ SENTIR- SE VAZIA É ALGO COMO UM CRISTAL QUE, ESTATELADO AO CHÃO PROCURA EM VÃO JUNTAR SEUS CACOS...
É UMA MISTURA DE SAUDADE DO QUE NÃO SE VIVEU COM O MEDO DO QUE PROVAVELMENTE IREI VIVER... NÃO ENTENDO... E POR NÃO ENTENDER SINTO O VAZIO DO ESPAÇO ENTRE O SIM E O NÃO, ENTRE O QUE SE PENSOU MAS NUNCA IRÁ SER DITO.
RECEIO COMO POUCAS VEZES NA VIDA, POIS, SOU IMPULSIVA POR NATUREZA E ESCREVER SEMPRE FOI LEVE TÃO CRISTALINO QUANTO A ÁGUA DA NASCENTE NUNCA TOCADA PELO SER HUMANO, HOJE O MEDO REPRIME A VERGONHA DA VERDADE NUNCA DITA...
O SILENCIO MISTURADO AO BARULHO DAS TECLAS, JUNTOS NUMA SINFONIA A EMBALAR PALAVRAS DE UMA TRISTE SONHADORA QUE SÓ QUERIA EM SI O CONTEÚDO DO IMPOSSÍVEL...”
Helena Martins Daniel
29/06/09
terça-feira, 16 de junho de 2009
A Nossa Vitória de cada Dia
A Nossa Vitória de cada Dia
Olhe para todos ao seu redor e veja o que temos feito de nós e a isso considerado vitória nossa de cada dia. Não temos amado, acima de todas as coisas. Não temos aceite o que não se entende porque não queremos passar por tolos. Temos amontoado coisas e seguranças por não nos termos um ao outro. Não temos nenhuma alegria que não tenha sido catalogada. Temos construído catedrais, e ficado do lado de fora pois as catedrais que nós mesmos construímos, tememos que sejam armadilhas. Não nos temos entregue a nós mesmos, pois isso seria o começo de uma vida larga e nós a tememos.
Temos evitado cair de joelhos diante do primeiro de nós que por amor diga: tens medo. Temos organizado associações e clubes sorridentes onde se serve com ou sem soda. Temos procurado nos salvar mas sem usar a palavra salvação para não nos envergonharmos de ser inocentes. Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer a sua contextura de ódio, de amor, de ciúme e de tantos outros contraditórios. Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar a nossa vida possível. Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa. Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada. Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa. Falar no que realmente importa é considerado uma gaffe.
Não temos adorado por termos a sensata mesquinhez de nos lembrarmos a tempo dos falsos deuses. Não temos sido puros e ingénuos para não rirmos de nós mesmos e para que no fim do dia possamos dizer «pelo menos não fui tolo» e assim não ficarmos perplexos antes de apagar a luz. Temos sorrido em público do que não sorriríamos quando ficássemos sozinhos. Temos chamado de fraqueza a nossa candura. Temo-nos temido um ao outro, acima de tudo. E a tudo isso consideramos a vitória nossa de cada dia.
Olhe para todos ao seu redor e veja o que temos feito de nós e a isso considerado vitória nossa de cada dia. Não temos amado, acima de todas as coisas. Não temos aceite o que não se entende porque não queremos passar por tolos. Temos amontoado coisas e seguranças por não nos termos um ao outro. Não temos nenhuma alegria que não tenha sido catalogada. Temos construído catedrais, e ficado do lado de fora pois as catedrais que nós mesmos construímos, tememos que sejam armadilhas. Não nos temos entregue a nós mesmos, pois isso seria o começo de uma vida larga e nós a tememos.
Temos evitado cair de joelhos diante do primeiro de nós que por amor diga: tens medo. Temos organizado associações e clubes sorridentes onde se serve com ou sem soda. Temos procurado nos salvar mas sem usar a palavra salvação para não nos envergonharmos de ser inocentes. Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer a sua contextura de ódio, de amor, de ciúme e de tantos outros contraditórios. Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar a nossa vida possível. Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa. Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada. Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa. Falar no que realmente importa é considerado uma gaffe.
Não temos adorado por termos a sensata mesquinhez de nos lembrarmos a tempo dos falsos deuses. Não temos sido puros e ingénuos para não rirmos de nós mesmos e para que no fim do dia possamos dizer «pelo menos não fui tolo» e assim não ficarmos perplexos antes de apagar a luz. Temos sorrido em público do que não sorriríamos quando ficássemos sozinhos. Temos chamado de fraqueza a nossa candura. Temo-nos temido um ao outro, acima de tudo. E a tudo isso consideramos a vitória nossa de cada dia.
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